Mostrando postagens com marcador #valorização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #valorização. Mostrar todas as postagens

30/11/2012

Ricardo Amorim analisa futura valorização imobiliária

Acredite o Brasil ainda está mais barato que o mundo, exceção: Miami.

08/11/2012

PERFIL Jabaquara - Studio 1 e 2 dorms.

CLIQUE E VEJA O TOUR VIRTUAL DO APARTAMENTO:






















veja no mapa > > > Rua das Pérolas, 162 Jabaquara


PRODUTO


Só faltava você para ter tudo!

Perfil surge para você levar mais personalidade ao seu estilo de morar.
 

Um apartamento mais inteligente e com a praticidade que você quer. 

- Plantas de 01 e 02 dorms, e opção de studio.

Você encontra no mais moderno residencial do Jabaquara:

. Serviços pay-per-use
. Automação com configuração para tablets ou smartphones
. Excelente localização
. Além da exclusividade de uma única torre.
Área total do terreno: 1.536m²


06/11/2012

GREEN WORK BOULLEVARD JABAQUARA


Venha adquirir uma maravilhosa sala comercial com vista definitiva para o Parque do Estado.























Uma nova atmosfera que vai redefinir seu estilo de negócios.
Logo do empreendimento
36m² a 940m² de Área Privativa

1 Vaga
Avenida Eng. Armando Arruda Pereira 2.937 
Jabaquara - São Paulo - SP

Perfil Jabaquara BREVE LANÇAMENTO!


veja no mapa > > > Rua das Pérolas, 162 Jabaquara
PRODUTO


Só faltava você para ter tudo!

Perfil surge para você levar mais personalidade ao seu estilo de morar.
 

Um apartamento mais inteligente e com a praticidade que você quer. 

- Plantas de 01 e 02 dorms, e opção de studio.

Você encontra no mais moderno residencial do Jabaquara:

. Serviços pay-per-use
. Automação com configuração para tablets ou smartphones
. Excelente localização
. Além da exclusividade de uma única torre.
Área total do terreno: 1.536m²


15/10/2012

A era do compartilhamento

A era digital já virou peça de museu e é coisa do passado. Antes, o grande dilema era o que a tecnologia poderia fazer pelas pessoas. Agora, mudamos a pergunta: o que as pessoas podem fazer com a tecnologia?



Saímos da era da informação e estamos começando a viver a era da participação e do compartilhamento. Pouco a pouco, tornamo-nos protagonistas do tempo da substituição da era industrial, da economia de produção, pela era do conhecimento coletivo. É o fim do mundo compartimentado em departamentos, delimitados por fronteiras, raças e credos, e o início da fase das ideias globais. Sai a economia a vapor e entra a de reputação, e ser jovem nestes tempos não está relacionado à idade, e sim à adaptação às mudanças.
O mundo conectado, compartilhado e em rede está repensando o poder, a força de trabalho, a competição, os modelos de negócios, o estilo de vida, a continuidade do planeta, as novas possibilidades, as audiências, os mercados, o capitalismo criativo, a inovação acelerada, enfim, os pilares de uma nova sociedade.
Neste turbilhão da vida moderna, em que o bem mais escasso é o tempo, já existem milhões de loucos chapeleiros, pessoas completamente ocupadas, mas que, ainda assim, encontram tempo para compartilhar com a humanidade. O que as motiva não é o dinheiro ou reconhecimento, mas a sensação de estar inseridas no mundo, de abandonar a caixinha da mesmice, de se expressar, transformar e trocar ideias que merecem ser espalhadas.
Agora, em rede, vivemos o começo do tempo de generosidade coletiva. Nessa nova ordem, resolveremos finalmente o dilema da colaboração versus a competição e passaremos a gerar riquezas a partir da sabedoria das multidões, a entender como promover a participação sem envolver dinheiro.
Para essas pessoas existe alegria de fazer algo em benefício do outro, em colaborar. São milhões de horas de trabalho voluntário, editando sites, blogs, comunidades e posts de educação, empreendedorismo, negócios, política, economia criativa, alimentação, qualidade de vida, artes e música. A sociedade individualizada está com os dias contados. O novo símbolo do status quo é a generosidade.
* Gil Giardelli é autor do livro “Você é o que você compartilha” (Editora Gente), e especialista no Mundo.com, com quase duas décadas de experiência no universo digital. Web-ativista, é também professor nos cursos de Pós-Graduação e MBA do Miami Ad School e do Centro de Inovação e Criatividade (CIC) da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em São Paulo, e da FIA-LABFIN/PROVAR em São Paulo.

06/09/2012

Preço do imóvel sobe 1%


... pelo 3º mês seguido

Índice FipeZap, que pesquisa a cotação dos imóveis prontos, mostra que de 7 praças pesquisadas, em 4 houve desaceleração ou recuo

SÃO PAULO - Os preços dos imóveis prontos, novos e usados, dão sinais de acomodação. Depois da euforia registrada no ano passado, os preços em agosto do metro quadrado dos imóveis em seis capitais e no Distrito Federal subiram 1%, pelo terceiro mês seguido, segundo o índice FipeZap. O indicador levanta os preços dos imóveis anunciados na internet.
Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice e economista, observa que o indicador mensal está na casa de 1% porque os preços dos imóveis localizados em São Paulo e no Rio de Janeiro subiram e essas praças são as que mais pesam no índice geral. Além disso, como nos últimos meses muitas construtoras reduziram o volume de lançamentos de imóveis novos para se adequar à nova realidade de mercado, esse movimento deu uma certa resistência aos preços de imóveis prontos, usados ou novos, nas principais praças do País.Das sete praças pesquisadas em agosto, em quatro delas houve desaceleração ou recuo nos preços na comparação com o mês anterior. O preço do m² em Belo Horizonte teve variação negativa de 0,2% em agosto ante julho. Houve desaceleração em Salvador (para 1,1%), Fortaleza (1,4%) e Recife (0,2%). Os resultados de agosto foram ainda positivos, mas bem menores na comparação com os de julho. Em São Paulo e no Rio, os preços em agosto subiram 1,4% e 1,2%, respectivamente, variações positivas, porém inferiores à média mensal em quase dois anos, que é de 1,7%.
Zylberstajn ressalta que o momento de euforia dos preços, provocada em boa parte pela maior oferta de crédito, ficou para trás. No ano passado, por exemplo, diz o economista, a valorização média dos preços do m² oscilava entre 2% e 3% e agora é de 1%.
Outra comparação que reforça a tese de que os preços do m² estão perdendo o fôlego é o fato de que os valores pedidos registraram variação inferior à inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês passado. O IPCA para agosto esperado pelo mercado é de 0,38%. Em Belo Horizonte, a queda foi de 0,2%. No Recife e no Distrito Federal houve alta de 0,2% nos preços do m² no mês passado.
Termômetro
O coordenador do índice pondera que, como hoje o mercado imobiliário passa por um momento de transição, a variação média dos preços nas sete regiões pesquisadas não é um bom termômetro. "O comportamento dos preços entre as praças é muito diferente." Isto é, enquanto os preços caem em Belo Horizonte, eles sobem, porém em ritmo bem mais moderado, no Rio e em São Paulo. Zylberstajn acredita que, daqui para a frente, o comportamento dos preços dos imóveis será muito influenciado por fatores regionais, típicos de cada bairro, do que por fatores macroeconômicos, como juros e crédito.
O fim da euforia de preços dos imóveis também fica claro quando se avalia o comportamento do m² no ano e em 12 meses. De janeiro a agosto deste ano, o preço médio do m² subiu quase 10%. Em igual período de 2011, a variação era quase o dobro, de 19%.
Movimento semelhante é observado na comparação em 12 meses. Entre julho do ano passado e agosto deste ano, os preços médios nas sete regiões pesquisadas subiram 16,3%.
A variação registrada nas mesmas bases de comparação em 2011 havia sido de 29,7%. A desaceleração dos preços é nítida no Rio. Em 12 meses até agosto de 2011, a alta tinha sido de 42,2%. Agora é de 18,4%.

Márcia De Chiara, de O Estado de S. Paulo04 de setembro de 2012 | 22h 21