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21/09/2012
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06/09/2012
Preço do imóvel sobe 1%
... pelo 3º mês seguido
Índice FipeZap, que pesquisa a cotação dos imóveis prontos, mostra que de 7 praças pesquisadas, em 4 houve desaceleração ou recuo
SÃO PAULO - Os preços dos imóveis prontos, novos e usados, dão sinais de acomodação. Depois da euforia registrada no ano passado, os preços em agosto do metro quadrado dos imóveis em seis capitais e no Distrito Federal subiram 1%, pelo terceiro mês seguido, segundo o índice FipeZap. O indicador levanta os preços dos imóveis anunciados na internet.
Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice e economista, observa que o indicador mensal está na casa de 1% porque os preços dos imóveis localizados em São Paulo e no Rio de Janeiro subiram e essas praças são as que mais pesam no índice geral. Além disso, como nos últimos meses muitas construtoras reduziram o volume de lançamentos de imóveis novos para se adequar à nova realidade de mercado, esse movimento deu uma certa resistência aos preços de imóveis prontos, usados ou novos, nas principais praças do País.Das sete praças pesquisadas em agosto, em quatro delas houve desaceleração ou recuo nos preços na comparação com o mês anterior. O preço do m² em Belo Horizonte teve variação negativa de 0,2% em agosto ante julho. Houve desaceleração em Salvador (para 1,1%), Fortaleza (1,4%) e Recife (0,2%). Os resultados de agosto foram ainda positivos, mas bem menores na comparação com os de julho. Em São Paulo e no Rio, os preços em agosto subiram 1,4% e 1,2%, respectivamente, variações positivas, porém inferiores à média mensal em quase dois anos, que é de 1,7%.
Zylberstajn ressalta que o momento de euforia dos preços, provocada em boa parte pela maior oferta de crédito, ficou para trás. No ano passado, por exemplo, diz o economista, a valorização média dos preços do m² oscilava entre 2% e 3% e agora é de 1%.
Outra comparação que reforça a tese de que os preços do m² estão perdendo o fôlego é o fato de que os valores pedidos registraram variação inferior à inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês passado. O IPCA para agosto esperado pelo mercado é de 0,38%. Em Belo Horizonte, a queda foi de 0,2%. No Recife e no Distrito Federal houve alta de 0,2% nos preços do m² no mês passado.
Termômetro
O coordenador do índice pondera que, como hoje o mercado imobiliário passa por um momento de transição, a variação média dos preços nas sete regiões pesquisadas não é um bom termômetro. "O comportamento dos preços entre as praças é muito diferente." Isto é, enquanto os preços caem em Belo Horizonte, eles sobem, porém em ritmo bem mais moderado, no Rio e em São Paulo. Zylberstajn acredita que, daqui para a frente, o comportamento dos preços dos imóveis será muito influenciado por fatores regionais, típicos de cada bairro, do que por fatores macroeconômicos, como juros e crédito.
O fim da euforia de preços dos imóveis também fica claro quando se avalia o comportamento do m² no ano e em 12 meses. De janeiro a agosto deste ano, o preço médio do m² subiu quase 10%. Em igual período de 2011, a variação era quase o dobro, de 19%.
Movimento semelhante é observado na comparação em 12 meses. Entre julho do ano passado e agosto deste ano, os preços médios nas sete regiões pesquisadas subiram 16,3%.
A variação registrada nas mesmas bases de comparação em 2011 havia sido de 29,7%. A desaceleração dos preços é nítida no Rio. Em 12 meses até agosto de 2011, a alta tinha sido de 42,2%. Agora é de 18,4%.
Márcia De Chiara, de O Estado de S. Paulo04 de setembro de 2012 | 22h 21
Márcia De Chiara, de O Estado de S. Paulo04 de setembro de 2012 | 22h 21
28/08/2012
INVISTA VALONGO BRASIL
O Novo Momento de Investir em Hotéis no Brasil
Diogo Canteras é sócio diretor da HotelInvest, Consultoria e Investimentos Hoteleiros.
A maneira típica de se viabilizar hotéis no Brasil é vender seus apartamentos, um a um, para pequenos investidores, que os compram com o objetivo de usufruir da sua renda futura. São os conhecidos condo-hotéis, uma evolução dos antigos apart-hotéis ou "flats" do passado.
Hoje os condo-hotéis são excelentes investimentos de renda, mas nem sempre foi assim. Na última onda de desenvolvimento hoteleiro, que se iniciou há exatos 20 anos atrás, muitos investidores compraram apartamentos em condo-hotéis e viram as suas expectativas de rendimento frustradas.
Depois de mais de 10 anos sem novos projetos hoteleiros no mercado, alguns empreendimentos hoteleiros começam agora a ser viabilizados, prenunciando a 3ª geração dos condo-hotéis. A boa notícia é que esta 3ª geração de condo-hotéis está acontecendo em um cenário muito diferente do anterior, o que deverá implicar em produtos de renda de melhor qualidade e de menor risco.
A primeira responsável pela mudança do cenário é a maior disponibilidade de informações. Hoje, por exemplo, se alguém quiser saber sobre as perspectivas dos mercados hoteleiros das cidades-sede depois da Copa, é só dar um "google" em "Placar da Hotelaria" e acessar os estudos elaborados pelo FOHB em conjunto com a HotelInvest e o SENAC.
O segundo responsável pela mudança de cenário é a melhor qualificação dos investidores em hotelaria. Depois de vários anos participando de assembleias e de reuniões de conselho, o mercado desenvolveu um grupo de investidores que conhece com profundidade o tema de investimento hoteleiro e funciona como formador de opinião para outros potenciais investidores.
O terceiro responsável pela mudança de cenário é o avanço na regulamentação dos Hotéis para Investidores Imobiliários Pulverizados (HIIPs). O Manual de Melhores Práticas lançado pelo SECOVI em janeiro deste ano deixa claro para o mercado que o Condo Hotel é um produto imobiliário de investimento e, como tal, tem que ser viável economicamente. O Manual também explicita a linha de responsabilidades no processo de estruturação desse negócio e os direitos do investidor final.
Esse novo cenário aponta para o desenvolvimento hotéis e condo-hotéis feitos de uma maneira muito mais responsável.
Na verdade, dois e apenas dois são os problemas que podem afetar o desempenho de um investimento hoteleiro: os problemas de oferta (excesso de quartos) e os problemas da demanda (falta de hóspedes). A demanda hoteleira é bastante previsível e tem o seu crescimento atrelado ao PIB, dificilmente surpreende. A grande incerteza fica por conta do crescimento da oferta. Com o desenvolvimento de novos hotéis feito de maneira mais criteriosa o investimento hoteleiro fica muito menos arriscado e tem melhores perspectivas de rentabilidade e valorização do patrimônio.
A tendência de valorização desses ativos deve ainda ser acentuada pela perspectiva de diminuição da taxa de juros. O hotel consegue entregar uma rentabilidade atraente, junto com uma valorização do patrimônio, por conta do lastro imobiliário, da sua manutenção e renovação sistemática e também da continuidade da recuperação prevista para os mercados.
Todos esses fatores estão convergindo para um cenário em que o investimento em hotéis fica mais seguro e mais atraente. Se os investidores continuarem a serem seletivos os investimentos hoteleiros ficarão cada vez mais rentáveis e seguros e a hotelaria nacional tende a se consolidar como uma das melhores opções de investimento de renda do país.
Diogo Canteras é sócio diretor da HotelInvest, Consultoria e Investimentos Hoteleiros.
13/08/2012
MASSIMO RESIDENCE NOVA SAÚDE
84m² de Área Privativa
3 Dorms - 1 Suíte
1 , 2 VagasAvenida Cel. José Pires de Andrade 363
Saúde - São Paulo - SP
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MASSIMO RESIDENCE NOVA SAÚDE,
SACOMÃ
GREEN WORK BOULLEVARD JABAQUARA
36m² a 940m² de Área Privativa
1 VagaAvenida Eng. Armando Arruda Pereira 2.937
Jabaquara - São Paulo - SP
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