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06/10/2013

São Paulo ensaia um novo boom...

 ...de venda de imóveis



O mercado imobiliário da cidade de São Paulo apresentou o terceiro melhor resultado nas vendas dos lançamentos residenciais da história para o mês de agosto.
Foram negociadas no mês 3.464 unidades novas, segundo dados obtidos pela Folha com o Secovi-SP (sindicato do mercado imobiliário) -alta de 86% em relação ao mesmo período do ano passado.
O volume é inferior apenas ao vendido no mês nos anos de 2008 e 2009. Na ocasião, o setor vivia um "boom" de lançamentos, posterior à abertura de capital de boa parte das incorporadoras em 2007, que injetou dinheiro no mercado.
A pesquisa com a atual metodologia começou em 2004.
No acumulado do ano, as vendas subiram 46% em relação ao mesmo período de 2012. O resultado foi puxado pelo segmento de um dormitório, nicho de investidores, que apresenta neste ano recorde histórico nas vendas.
O total comercializado até agosto de imóveis de um quarto (5.601 unidades) supera os números de todo o ano passado (4.202). Essas unidades compactas são um dos focos dos lançamentos em bairros de alto padrão ou próximos a centros financeiros.
Em cenário de juros mais baixos e com menor rendimento das aplicações financeiras, esse tipo de imóveis ganhou a preferência dos investidores. São um meio de garantir rentabilidade com aluguel, já que as unidades menores são locadas de forma mais rápida.
O investimento nessa tipologia ganhou força também em razão do excesso de salas comerciais lançadas nos últimos anos, outro nicho de investidores.
"Vai haver uma entrega um pouco elevada de salas no fim do ano ou até o começo do ano que vem. Isso fez com que o investidor migrasse desse produto para o imóvel de um dormitório, com uma boa relação entre custo e rentabilidade", diz Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP.
Neste ano, construtoras organizaram ações promocionais para reduzir o estoque, oferecendo descontos que em alguns casos chegavam a 30% do valor do imóvel, o que se refletiu na alta dos demais segmentos.
Nos lançamentos, houve elevação de 39% no acumulado de janeiro a agosto na comparação com o mesmo período do ano passado, para 18.261 unidades.
RECUPERAÇÃO
Uma recuperação do mercado imobiliário paulistano era esperada, já que o ano passado apresentou recuo de 27% nos lançamentos e ligeira queda nas vendas.
Ainda assim, os números surpreenderam parte do mercado, que prevê necessidade de redução no número de lançamentos para equilibrar oferta e demanda, caso os lançamentos não se reduzam logo.
"Se o setor continuar crescendo forte, em algum momento vai ter que dar um ajuste, até o final do ano ou até o começo do ano que vem", diz Bernardes. "O nível de crescimento está incompatível com o restante da economia e com o mercado imobiliário do país."
Segundo ele, o Rio cresce em ritmo menor que o de São Paulo e, nas outras cidades, há estabilidade ou decréscimo. "São Paulo se justifica por ser uma economia muito pujante, mas nem tanto."
Para Eduardo Zaidan, vice-presidente de economia do SindusCon-SP (sindicato da construção), porém, não há motivo para preocupação e a única incerteza diz respeito ao Plano Diretor, em discussão na Câmara.
De acordo com ele, a renda e o volume de crédito para financiamento estão em bom nível, e a demanda por imóveis continua forte, o que leva a um crescimento "saudável" do mercado.
"Em muitas outras capitais do Brasil, a demanda caiu, mas em São Paulo continua muito forte", afirma.


Editoria de Arte/Folhapress



DANIEL VASQUES
DE SÃO PAULO

01/10/2013

Entenda o mercado com novo limite do FGTS

A partir desta terça-feira (1º), o teto do valor imóvel sobe de R$ 500 mil para R$ 750 mil nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e no Distrito Federal.


Começou a valer, nesta terça-feira (1º), o novo limite para o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço na compra da casa própria. O repórter José Roberto Burnier mostra como fica o mercado imobiliário com a mudança.
Vai ficar mais fácil? Para quem tem dinheiro do Fundo de Garantia, vai. É que o governo elevou o valor máximo dos imóveis que os interessados podem comprar, utilizando o seu saldo do FGTS, tanto para o pagamento à vista, como para fazer financiamento pelo sistema financeiro da habitação, que cobra juros mais baixos.
A partir desta terça-feira (1º), o teto do valor imóvel sobe de R$ 500 mil para R$ 750 mil nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e no Distrito Federal. Nos outros estados, o valor máximo passa para R$ 650 mil.
Alexandra tinha encontrado o apartamento ideal, mas o valor não permitia que ela usasse o FGTS. “Faz um ano que eu estou procurando. O valor está muito acima do que a gente consegue pagar. E agora com esse novo refresco, com essa oportunidade, eu vou conseguir comprar. É o que eu imagino”, afirma a relações públicas Alexandre Salomão.
O apartamento que Alexandra quer comprar tem 55 metros quadrados. Não é nada grande. E deve ficar pronto no final deste ano. A construtora está pedindo R$ 590 mil. Mas o preço que vai ser levado em consideração pelo agente financeiro na hora de liberar ou não o Fundo de Garantia não é o da construtora. E sim aquele que for estabelecido pelo avaliador do banco.
O governo atendeu a um pedido das construtoras. Como, durante a construção, os imóveis se valorizavam, muitas vezes, na hora de assinar o financiamento, o valor de mercado do imóvel já tinha ultrapassado o teto permitido para uso do FGTS.
Por outro lado, se facilita a compra, aumenta a procura. E se aumenta a procura, isso pode levar a um aumento de preço. Isso explica, em parte, o que aconteceu depois do último aumento do limite, feito em abril de 2009.
Naquela época, o valor máximo passou de R$ 350 mil para R$ 500 mil. O aumento no limite, associado ao crescimento da economia e da geração de emprego e renda, fizeram os preços subirem, de abril de 2009 a agosto de 2013, 127% na cidade de São Paulo, 177% no Rio de Janeiro e 75% em Belo Horizonte.
“Se nós analisarmos essa medida isoladamente, o impacto é de pressão dos preços, principalmente num prazo mais curto, mas a gente precisa também levar em conta as outras questões que afetam o mercado imobiliário. Eu chamo atenção em particular para o mercado de trabalho, que já não vive um momento tão brilhante como viveu nos anos recentes”, avalia o economista Eduardo Zylberstajn, coordenador do Índice FipeZap.
Edição do dia 01/10/2013
01/10/2013 21h27

31/08/2013

Mercado Imobiliário, escolha certa

SÃO PAULO – O mercado imobiliário brasileiro passou por um verdadeiro boom nos últimos anos. Os preços dispararam com o aumento do nível de emprego, da renda e do acesso ao crédito no País. Quem está interessado em investir em imóveis tem cinco opções principais: imóveis residenciais na planta, residências usadas, imóveis comerciais, terrenos e fundos imobiliários. Veja a seguir os prós e contras de cada uma dessas modalidades de investimento e faça a escolha certa:
Qual é a melhor forma de investir em um imóvel?
Mercado Imobiliário - Faça a Escolha Certahttps://twitter.com/boscolo_broker Infográfico: Infografico_Mercado_imobiliario criado por Infomoney - Informação que vale Dinheiro

23/10/2012

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24/05/2012

O MERCADO IMOBILIÁRIO


E O SOCIAL COMMERCE

Seu avô não acreditaria nos dados que vamos apresentar durante este post. Seu pai pode ter a chance de ver esta nova tendência do mercado em prática, enquanto você utilizará desta nova ferramenta para poder fazer as escolhas desde o conforto do seu lar. O que será que vem por aí de tão interessante?
O avanço nos estudos e desenvolvimento de plataformas para proporcionar cada vez mais interações nas redes sociais, está facilitando também o aprimoramento de uma nova vertente do comércio eletrônico: o “social commerce” – venda e comercialização de produtos em redes sociais.
Segundo dados da comScore, empresa de pesquisas especializada no comportamento digital, 52% dos internautas brasileiros visitaram o Facebook mês passado, enquanto o Twitter teve 27% de participação. Dados como estes só demonstram o grande potencial do país na utilização de novas ferramentas e maneiras de se utilizar este espaço social para vender, anunciar e comercializar produtos para determinado público que se encaixa em seu perfil.

Case de Sucesso
No setor imobiliário já presenciamos alguns exemplos de que é possível comercializar imóveis nestes ambientes de relacionamento online. Em 2009, no boom gerado pela chegada do twitter no país, a construtora e incorporadora Tecnisa saiu na frente, vendendo um apartamento no valor de 500 mil reais para um cliente – operação que foi considerada como uma das vendas mais caras do mundo feitas via twitter. A mesma empresa também utiliza hoje o Facebook para vender os imóveis de seu catálogo, através de sua página oficial.

Relacionamento e recomendações

Enquanto ainda estamos na fase de desenvolvimento e preparação do setor para atuação no “social commerce”, empresas investem no relacionamento e na produção de conteúdo para atrair cada vez mais o maior número de “evangelizadores” de sua marca nas redes sociais. É crescente o número de empresas que já se relacionam com seus públicos nestes ambientes, e este pode ser um grande investimento para resultados posteriores em vendas e em fidelização da marca.

Seu avô, acostumado com os tradicionais anúncios em janelas de imóveis, se surpreenderia quando você dissesse que comprou seu apartamento pelo Facebook? Isto já é uma realidade!

Fonte: ClipImobiliário